terça-feira, 29 de junho de 2010

Waiting for a star to fall


Standing alone outside,

Standing and looking at the sky,

Nobody would hear me, even if I screamed or cried

Then the sun’s rays start to die

Because the night has arrived.

*

I stand alone

With the mountains as my throne.

And then the sun finally disappears

And star after star appears

The fierce wind tries to rip me away

But it cannot – at least not today.

And the stars seem closer

As the darkness completely takes over.

*

Standing on this rocky peak

Closer to the stars I seek.

And a long time has gone past

But I know I’m not the first and not the last.

And still I stand proud and tall,

Still waiting for a star to fall.

Vazio


Desde que não estás comigo que sinto um vazio dentro de mim. Deixas-te uma ferida que não consigo sarar, não consigo reparar este dano que provocas-te em mim.

Por mais que tente, por mais que finja não consigo repor a tua presença. Odeio quem te tem, quem te pode agarrar e eu não posso. Odeio quem me recorda de ti.

Sem estares ao pé de mim, não consigo encontrar 100% da minha realização pessoal, e limito-me a viver dia após dia, e esta não é a vida que idealizei para mim. Tudo o resto começa a desmoronar, e a vida não passa disto, cair e levantar, e sem ti ao meu lado, as quedas parecem um vácuo que nos suga e do qual não podemos sair.

Não te consigo substituir, e nem sei se consigo…

*

Notice me, take my hand

Why are we strangers when

Our love is strong

Why carry on without me

*

Everytime I try to fly, I fall

Without my wings, I feel so small

I guess I need you baby

And everytime I see you in my dreams

I see your face, it’s haunting me

I guess I need you baby

*

I make believe that you are here

It’s the only way I see clear

What have I done

You seem to move on easy

*

I may have made it rain

Please forgive me

My weakness caused you pain

And this song’s my sorry

*

At night I pray

That soon your face will fade away

*

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Não consigo ...


Porque é que as coisas boas acontecem com mais frequência aos outros?

Porque é que eu tenho de ser o paciente para obter algo que queira?

Toda a minha vida tive de passar por más experiências para poder dar valor ao que tenho

agora... mas para obter o que estou a querer neste momento... o processo está a ser muito mais demorado... estou a ficar impaciente.. estou a ficar fraco e sem defesas.

Quero força... uma fonte de força ao meu lado... alguém que me apoie e caminhe ao meu lado nas vitórias que alcance.

Mas não quero lutar... não quero procurar esse alguém. Quando me vejo na frente de batalha, consigo ver o que se avizinha, consigo ver a batalha perdida que vai acontecer, a pessoa sem escrúpulos, e sem valores em que alguém se vai transformar. Não me apetece passar por esse processo todo de novo...

Não me apetece dar-me ao trabalho de conhecer pessoas... desiludo-me sempre de uma forma diferente. Preciso que alguém lute por mim uma vez na vida... e me prove que ainda vale a pena eu lutar por alguém... pois neste momento eu não vejo isso acontecer, eu não vejo isso possível.

*

Do you feel this

I know you feel this

Are you ready

I don't think so

*

Somebody give me my truck

So I can ride on the clouds

So I can turn up the bass like

*

Somebody pass my guitar

So I can look like a star

And spend this cash like

*

What you gonna do when the crowd goes ayo?

Why you standing on the wall?

Music's startin everywhere

So why don't you just move along

*

I see you looking at me

Like I'm some kind of freak

Get up outta your seat

Why don't you do somethin?

*

I see you looking at me

Like I got what you need

Get up outta your seat

Why don't you do somethin?

*

Now your all in my grill

'Cause I say what I feel

Only rock to whats real

Baby bump bump

*

But I can't do that with you

Only here with my crew

You can roll if you can

Don't be a punk punk

*

I see you looking over here

Can't you tell him having fun

If you know like I know

You would stop!

Starin' at us

Get your own space

And do somethin'!

*

Fuck

Do somethin'!

Why don't you do somethin'?

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Ela


Ela anda pelas ruas perdida
Repetidamente perdida a cada passo
E rasga as noites e o silêncio, sem pudor
E às vezes ela é o luar e as estrelas.
Passa por mim e não me olha.
Tem os olhos presos no outro lado do horizonte
E há noites de inverno em que vem ter comigo
Empurra-me contra as paredes
E faz ir embora o frio
Depois conta-me histórias de tempos em que ainda a não conhecia.
E parte...
As mulheres da minha rua, que se vestem de preto como ela
Chamam-lhe nomes diferentes do dela
Porque não a conhecem
E só a vêm passar de noite na rua
Com o vento a soprar-lhe os cabelos escuros e lisos
Como um mar calmo onde navegam os sonhos de tantos homens...
Há noites em que a chamo e não vem
Deixando-me sozinho em rimas perdidas
Que eu não sei fazer...
E ela é triste e melancólica
E dizem que tem muitos homens
Dizem que às vezes faz traços de sangue nos pulsos
E que tem dias frenéticos em que se atira de pontes
E eu acredito...
Mas quando passo por crianças que brincam e se sujam na rua
Vem ter comigo, e sorri
Gosto de estar com ela...
Tem dentro dos olhos todas as verdades
E nos lábios um gosto pelas que não podem ser ditas
E a sua voz, imprevisível, pode ser doce
Ou o pior dos venenos
Gosta de se por entre mim e as mulheres que amo
Gosta de se esconder atrás dos espelhos e da minha solidão
E é perigosa porque nunca a ensinaram a mentir
Perguntei-lhe hoje o nome, ela sorriu.. depois saiu sem sem despedir de mim !

Empty Streets

*

Wandering empty streets

In a totally empty town.

Empty cars with empty seats,

Empty, broken mouses - everything rundown.

*

Rubble clutters the street

Nowhere to put ones feet.

Nothing left alive,

Nothing left... to survive.

*

Amid this cratered wasteland,

Where mighty building used to stand

Lie mighty piles of rubble,

Wreckage - nothing but trouble

*

Where people used to live, to eat, to sleep

And now all of this is left in a heap.

People's lives snuffed out in an instant,

Now everything seems so distant.

*

But all of it's empty, devoid of inhabitation,

Nothing left - no population.

And all of this for what?

Because somebody liked it or not?

*

Everything empty, everything destroyed,

Everything twisted, even solid metal sheets.

Nothing left - to be enjoyed

Just an empty town with empty streets.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Escola da Vida

O que é ser “Magister”?

Cada um que tem o seu título de tunante deverá ter a sua própria opinião. Cada um sabe observar tudo em seu redor e identificar aquilo que está bem ou mal… e não passa disso. Eu também fui assim na minha Tuna, durante dois anos fui caloiro, sendo que no segundo já envergava o traje académico, mas por falta de caloiros era sobre nós que tudo recaía. Durante esse tempo, envolto nas mais absurdas hierarquias mantinha-me calado, revoltado, observador, por vezes “aziado” como muitos lhe chamavam.

Embora à vista de todos, parecer que cada um tinha a liberdade para fazer o que queria, por dentro não era bem assim, e essas liberdades até estavam bastante condicionadas.

Durante três anos eu geri o meu quotidiano em prol da Tuna, segui-a para os mais cansativos lugares que se podem tolerar enquanto caloiro, desde as praxes e humilhações em Beja que é a minha terra, a ficar sozinho de joelhos a pedir dinheiro com um cão ao lado na Praça do Giraldo em Évora, a ter de ficar debaixo de chuva enquanto cada um tinha a sua capa em Coimbra, entre tantos outros momentos.

Neste tempo eu “apenas gostava de estar em Tuna”, nunca cheguei a entender o que era estar ali de corpo e alma, com dedicação, nunca entendi a 100% o sentido da palavra “tunante”. Muitas destas aventuras eram como doses injectadas à força na minha personalidade.

Se posso considerar isto um processo de aprendizagem? Claro! Enquanto caminhava nestas lides tunantes, um mundo lá fora evoluía, e todo o universitário, incluíndo eu, passava por um processo de crescimento que é obrigatório passar-se aquí; a fase de ser-se amigo de todos; as desilusões; os desgostos, até chegar ao ponto de restringirmos o nosso grupo de amigos e haver pessoas que não gostam de nós. E onde é que a Tuna estava? Sempre no mesmo sítio. Era como um remédio pois lá com toda a caloirice, o medo, a vontade, não pensávamos em nada do que se passava no mundo exterior; hoje posso até chamar-lhe de refúgio.

Estar na Tuna inicialmente implicava fazer parte de um grupo que era bem visto por uns e sofrer de maus olhados por outros; implicava defender este grupo, moral e tradição académica sempre que alguém decidia fazer os seus comentários jocosos sobre algo ou alguém. Foi uma lição de vida, pois hoje defendemos com garra qualquer amigo que precise e ao abrirmos os olhos vemos que muitos desses amigos são os nossos colegas tunantes.

Muita gente não entende este espírito e união, muitos dos tunantes, ou a maioria, incluindo eu, teve de se balançar entre Tuna e amigos que dela não gostavam.

Mesmo no início de tudo, era visível que havia pessoas totalmente opostas, grupos dentro de um mesmo grupo e isso prejudicava; a obediência era desmedida e levava a poucas entradas e à falta de motivação, e os poucos que entravam, eram aqueles que visivelmente se concluía que nunca saberiam motivar enquanto praxantes; pois ou praxavam em exagero ou nem sequer praxavam, e eu incluíam-me neles também.

Eu cresci, em todos os sentidos, mas está claro que sem a chama que nos faz lutar por algo, a nossa luta torna-se sem sentido; por mais hierarquias ou cargos que se alcance de nada adiantam se não houver motivação e a lição do significado de tunante estiver aprendida. Apesar da minha subida de posto, cargos que alcancei em 3 anos e que por isso tudo já agradeci um a um a quem tinha de agradecer; de nada me valeu para chegar ao significado de Tunante; acredito que contribuiu pois ambicioso e autoritário como sou foi preciso subir bem alto para a queda me acordar.

No Verão passado eu fiz um discurso de despedida e agradecimento por algo que eu não tinha aprendido na totalidade, insatisfeito, cansado, desmotivado e farto eu virei costas juntamente com 98% dos tunantes quando a Tuna estava mal. Não chorei, não tive remorsos, infelizmente o meu percurso na vida tornou-me alguém frio.

Como se costuma dizer, é preciso perdermos algo para lhe darmos valor e durante o tempo que se seguiu eu reflecti e era incontornável as memórias, os momentos e as vivências em Tuna, uma escola, uma família, e a saudade mesmo sabendo que poderia regressar em Setembro, aumentava, por ver que todos seguiam o seu caminho e esta porta se fechava.

O ano lectivo começou e nada de Tuna até que as reuniões para eleições começavam, e eu sem aparecer, decidi então despedir-me à altura na Actuação de Recepção ao Caloiro, onde fiz outro discurso na esperança que para um auditório cheio, alguma ideia ficasse retida, e nada… seguiu-se outra despedida.

Uma tarde concordámos todos reunir-nos para falar sobre o destino desta Tuna. E foi naquela reunião… não por me terem nomeado Magister, mas por ver um a um dos Tunantes a decidir ficar e lutar para que aquele grupo não acabasse; um a um ao decidir ficar recarregou a minha bateria e naquele instante eu entendi o que era ser Tunante.

Naquele momento vi à minha frente a hipótese de corrigir tudo aquilo que durante 3 anos eu vi que poderia melhorar. Mas uma coisa é certa, a melhoria deveu-se a cada um dos tunos de forma diferente, e principalmente, a muita gente ter saído da Tuna.

Errar é humano, é normal que o tenha feito em várias decisões, e acredito que voltarei a errar “N” vezes; volto a dizer que não me arrependo e a meu ver, havia muito lixo e anexos pendurados na Tuna por “limpar” tanto de hábitos e pessoas que não gostavam da Tuna como de pessoas que gostavam.

E é com orgulho que digo que consegui que entrassem 10 pessoas para a Tuna e o melhor, “mantê-las na Tuna”; pessoas que espero que aprendam o que eu aprendi e contribuam o suficiente para que isto não acabe tão cedo.

Mas foi difícil muitas vezes e não há elogios sem críticas, após o Enportunas todos se baldaram e foi difícil manter o nível anteriormente alcançado, difícil manter actuações que me recusava a cancelar, pois vocês falhavam em algo que eu já não podia interferir, motivarem-se a vocês próprios.

Por tudo o bom e o mau, que vai sempre haver, e é da praxe, eu digo que tenho bastante orgulho na minha Tuna e naquilo que a vi crescer; é com prazer que vos digo que tenciono continuar na Tuna para mais um ano, mas a vossa falha final leva-me a que vos peça para não me escolherem para Magister mais um ano, ainda que continue para o que for necessário.

Não fui um Magister que ficou conhecido pela sua ditadura, como o Satã, ainda não sou reconhecido pelos anos que já contribuí para a Tuna como a Nilde, Diogo, Koida e Tati; nunca irei ser conhecido pelos dotes de ensaiador e cordas como o Xixa, Hélder e tantos outros; nem preciso que se lembre de mim pelas melhorias que fiz na percurssão. Quero que se lembrem de mim como aquele que vos motivou para mais um ano de Tuna e os manteve na Tuna, organizou o máximo que pôde para melhorar o vosso nível musical técnico e vocal com os ensaiadores, e a melhoria está audível; organizou para que o nome da Tuna voltasse à baila no bom sentido, e também é com orgulho que refiro que não há registo em qualquer dossier da Tuna de um Plano de Actividades tão cheio de actuações como o deste ano lectivo. Obrigado.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Sentimentos Vs Sensações


Sensações estranhas… nunca sentidas ao mesmo tempo…

Uma sensação de realização pessoal, no entanto incompleto … pois tudo é um mero nevoeiro na visão futura… É bom, mas torna-se estranha

Uma sensação de desilusão com certas pessoas, no entanto, ao mesmo tempo sinto-me bem por a minha auto-estima se manter intacta com tudo isso.

Afinal o processo da vida torna-nos mesmo mais fortes para certas coisas que o destino nos apronta.

Sentimentos de coragem para alcançar várias coisas na vida… no entanto, há o sentimento de conformismo para que seja paciente no processo para as alcançar… Construir bases sólidas por de baixo de cada passo a dar, para que não haja quedas, ou pelo menos para que elas não sejam tão grandes.

… Entre tantos outros sentimentos e sensações a pulsar e que devem ser contidos para não me tornar instável e num estado agoniante.

*

Walking to a destination unknown,

Nothing left, nothing that I own:

No town, no home, just more and more prone

To be walking alone.

*

I don't know from where I came,

I don't know where I'm going,

I don't even know my name

Because I have no way of knowing.

*

All day and all night

All I do is walk, walk and walk.

Nobody knows about my plight

Because about it, I don't talk.

*

Walking steadily somewhere:

Land, Sand, Mud, Water - I don't care,

Just walking and walking on my own

Still going to a destination that is unknown.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Ghost


This is the tale of the ghost:
You may think it's false, you may think it's true
But for many people, at least for most,
They decide for themselves, so it's up to you.
*
One day an old man was fishing on a lake.
He always fished here - every day.
He never caught more than he could take,
But he always fished here - never going away.
*
Nobody knows from where he came,
Nobody knows his name,
Nobody knows from where he got his old, rotten boat,
Or how can it, full of holes, stay afloat.
*
Nobody gave it much thought,
When he suddenly appeared.
Was it last weck or last year? Maybe, maybe not.
And if he finished all day and all night, nobody cared.
*
And on this sunny day, not a cloud in the sky
The burning sun scorching down,
The birds staying in the trees, not daring to fly
And nobody coming out of the houses in town.
*
Still the fisherman fishes on,
Even when all the fish are gone.
Suddenly over the lake - a thick mist,
The fisherman and his boat disappear from sight,
And now the fog is the gist.
Everywhere - dark as night
*
The mist is thicker than ever,
You can't even see your own feet.
Ghostly shapes, falling apart and coming together
In every ghostly, misty street.
*
Everything and everybody is without a sound,
Quiet all around.
All of a sudden, the sound of dripping oars,
Everything freezes in it's tracks, even the world.
*
And the lights go out,
Everybody feels electricity in the air.
Nobody dares to scream or shout
And even though there's nothing to see, they all stare.
*
Then the mist clears,
Displacing our deepest fears.
The fisherman and his boat - not to be seen,
Just an empty lake and a beautiful scene.
*
Um dia explico a ideia implícita...

domingo, 6 de junho de 2010

Palavras Inesquecíveis .... (Part 4)


“Parabéns por teres atingido uma etapa na tua vida. Mas não baixes os braços porque os verdadeiros desafios vêm agora. E como sempre fiz cá estou eu como sempre estive para te dar o apoio que puder. Esta etapa também foi minha, também lutei por ela a teu lado como tu sabes, é por isso que esta tua meta me deixa orgulhoso e vaidoso.

Desejo que me dês mais mometos destes. Vai em frente. José Ruaz.”

sábado, 5 de junho de 2010

Palavras Inesquecíveis .... (Part 3)


“ A mãe ama-te porque és meu filho, é um facto inalterável. Nos momentos de sucesso isso pode ser irrelevante, mas em ocasiões de fracasso, ofereço-te um consolo e uma segurança que não encontrarás em qualquer outro lugar.

Nada se constroe sem que alguém tenha sonhado com isso, alguém que tenha acreditado que isso acontecesse: Esse alguém és tu Filho.

As grandes oportunidades da vida são como as águas do rio, só passam uma vez: agarra-as. Nunca é tarde para se ser aquilo que sempre se quis ser: tu conseguis-te. O estudo e a felicidade são proporcionais ao grau do teu esforço, e o futuro dependerá daquilo que tu fizeres no teu presente. Deves sempre acreditar nos teus dons. Quando te sentires sozinho e triste, não te entregues a isso e toma tudo como um aviso, porque pertinho de ti estarei sempre eu para te dar conforto e um sorriso, porque sou eu filho que me lembro de todos esquecendo-me de mim própria.

Adoro-te muito e desejo-te tudo de bom. Sê feliz.

Da mãe. Elvira Mata.”

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Palavras Inesquecíveis .... (Part 2)


“I have made it rain, and this song is for you”

terça-feira, 1 de junho de 2010

Palavras Inesquecíveis .... (Part 1)


“ És uma pessoa muito especial e é por isso que hoje estou feliz pelo teu sucesso. Tenho muito orgulho em ser tua Tia, Madrinha e mais que isso: a existência da nossa amizade.

Desejo-te tudo de bom e belo que o universo te possa oferecer para o teu futuro. Que a vida seja repleta de alegrias e vitórias, que superes os obstáculos e te encham de virtudes. Que nessa caminhada rumo ao futuro sejas mais um vencedor. Que os teus objectivos sejam alcançados.

Felicidades e Parabéns por esta tua luta alcançada.

Cuando te duele mirar hacia atrás y da miedo mirar adelante, mira hacia la izquierda o la derecha y allí estaré, a tu lado.

Da sempre Tia Fatinha.”