sábado, 27 de setembro de 2014

Passageiro

Eu não consigo não importar-me com o "controlo". Não consigo não importar-me e não saber o caminho onde a vida me está a levar, para onde tu me estás a levar.
Neste momento, eu preciso de um dia de cada vez, pois antes existiram tempos sem confiança, tempos sem amor.
Eu sei que foi preciso apareceres para me mostrares que eu consigo estar em paz entregando as "chaves do controlo".
Agora eu deixo-te mostrares-me o caminho, quero que outro alguém agarre no meu volante. Ainda assim eu nunca me senti ou sentirei um passageiro eu sei ... nem sei se algum dia saberei o que isso é.
A estrada vai ter voltas e voltas, abismos e entroncamentos, mas eu sei que estou em boas mãos.
Eu nunca fui um passageiro mas agora quero ver o mundo sem um mapa. 
Quero ir passear e perder-me, quero ir ver se me encontro ... se nos encontro. Quero ver o mundo a partir dos nossos olhos, e que cada passo seja como primeiro.
É difícil saltar sem protecções, mas eu saltei e não me arrependi ... poder-te-ei chamar de meu "co-piloto"?! Acho que sim... finalmente posso aproveitar o passeio.
Agora estamos indo .... eu estava a dar metade de mim até agora ... mas neste momento o meu "todo" está presente ... posso finalmente jogar as mãos ao ar enquanto conduzes ... isto sim ... é viver... !

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Boa Aventura: Parte 3 - Amesterdão ! Final

Aqui estou eu! The city of Sin and ... Drugs! 
Não sei bem o que fazer nesta cidade, não é conhecida pela gastronomia, com apenas alguns monumentos razoavelmente conhecidos como o Museu Van Gogh ou a Casa de Anne Frank. Conhecida pelos seus inúmeros canais de água e pela permissão para fumar drogas, pelas prostitutas que se exibem nas vidreiras das casas!
Eu comecei "soft" com esta minha amiga dos tempos de Universidade que veio aqui ter comigo. Caminhámos um pouco a pé para reconhecer a área, os canais e experimentar um pouco a gastronomia.
O meu conselho é não tentarem comer nada holandês - é horrível! Vão ao "fast-food" ou a cenas que conheçam!
Como turismo aconselho a fazerem toda a cidade a pé, andem por todo o lado, há imensas lojas de "tudo" para descobrirem, mesmo nas ruas menos povoadas. Ou então, se não estiverem já fartos de ver bicicletas e de quase serem atropelados milhares de vezes por elas, aluguem uma para o dia, eu não o fiz, mas ficou o desejo de o fazer.
Quanto a monumentos, jardins ou Sightseeing Bus, fui a quase tudo. Não entrei em quase nenhum, pois pareceu-me perda de tempo, um que entrei, por exemplo, e me arrependi, foi o Museu Van Gogh (a sério, muito "artístico" mas "not my thing", além disso, não encontrei o amor da minha vida numa galeria de arte como vem nos filmes).
Amei a Casa de Anne Frank, e ainda que não tenha lido o livro, fiquei fascinado com a sua história e o resumo de tudo a que tive acesso.. brave innocent girl.
Não saltei num dos canais de Amesterdão como muitos se propõem; nem visitei uma "menina" no red light district, embora  as tenha visto "em exposição".
Provei mais Waffles, adorei o café, os canais em si, as ruas, a disposição das casas, as lojas de souvenirs, as pessoas, a segurança em geral que a cidade transmite, até mesmo à noite. Acho que quando um local atinge um nivel "seguro" de liberdade de se fazer o que se quer... a tensão entre as pessoas e em se fazer "merda" diminui um pouco e tudo anda descontraído, gostei disso.
Agora, como referi, vão encontrar de "tudo" em todo o lado, nomeadamente - drogas. O cheiro a Canabis ou Marijuana que emana dos bares, ou quando se cruzam com quem fuma, é horrível. Os souvenirs que vendem nas lojas, ou são misturados com drogas, ou têm a ver com drogas, ou ainda são preparados para se desmontar e esconder as drogas para as levarem em viagem, como latas de uma bebida qualquer que se desmontam ... é tentador, nem que seja por uma questão de curiosidade para quem nunca tinha tentado este tipo de aventura.
Comecei então por algo básico, um chupa-chupa de Canabis, horrível, gosto intenso ... não o acabei, joguei fora. Noutro dia tentei uns bolinhos de Hashish... muito bons, mas com estes apenas fiquei relaxado, descontraído e a minha amiga ferrou a dormir.
Quando visitava o Zoo da cidade, encontrámos um saquilo de "Apple Jack" a.k.a. "Crack" no chão, levei-o para casa, e comprei o necessário para fumá-lo, mas no fim não ousei... tive medo.
Mas tinha de ter uma experiência maluca, tinha de tentar algo marcante, então numa das lojas disseram-me que algo bom para "iniciantes" seria os conhecidos cogumelos mágicos e ... lord... as lojas tinham uma vasta variedade deles... As regras eram simples, não ter comido nada nas últimas três horas, não ingerir alcoól com eles, nem antes ou depois de os tomar e esperar pelo efeito. O nojo que eles me davam, a ideia de "cogumelos" que eu odeio, mas aqueles eram duros, algo da textura de castanhas e comia-se rápido, ainda que ele tivesse dito de comê-los pausadamente, mas o gosto ... e o cheiro... nojento ... a minha amiga vomitou ao terceiro, e eu estava a caminhar para isso também, mas tive a brilhante ideia de ir comendo os anteriores bolinhos de hashish ao mesmo tempo para disfarçar o gosto e ir bebendo água também.
Bom, duas horas passaram até os primeiros efeitos aparecerem... descrição ... eram os efeitos de uma boa bezana, saudável e sem alcoól... primeiro o riso descontrolado... a energia nos músculos ... os reflexos a melhorarem... mas desta vez a minha visão melhorava ao ponto de ter de retirar os óculos, e eu estava a chegar ao pico. Naquele pico raro de encontrar numa bezana em que estamos no auge da felicidade sem estar mal dispostos, capazes de fazer seja o que for, desinibidos. Os movimentos começaram a ser longos, uma mão a passar no ar à minha frente deixava o rasto de 50 atrás dela, e as cores misturavam... então começou ... não conseguia andar direito, o desejo sexual, daqueles tempos em que eu dançava e me sentia bem comigo ... oh lord ... como eu me tinha esquecido destas pequenas sensações ... foi emocionante. E então ...puff... o efeito começou a reduzir.. como o início de uma ressaca, o breve desejo de querer deitar para fora, e minutos depois estava eu normal na cama, como se tudo não tivesse passado de um breve sonho. Tarrell!!
Enfim, foi uma boa aventura. 
Mais uma vez, a companhia que levei comigo não foi a melhor escolha. Uma amiga dos tempos de Universidade, amiga que chegou a ser das melhores num dado ponto daquela vida, cheguei a viver em três casas com ela o meu dia-a-dia, e chegámos a um ponto onde houve uma discussão séria e eu decidi que cada um tinha de seguir o seu caminho. Tudo se desculpou depois e continuámos a socializar mas eu nunca mais a deixei aproximar de mim a esse nível de confiança. Entretanto ela foi estudar para Inglaterra e acabou por la ficar a viver e casar. Ironia do destino foi uma daquelas que continuei a falar depois daqueles tempos e já depois de eu ter ido a Londres e visitá-la agora foi a vez de termos esta pequena aventura.
Mas são coisas que não devemos fazer, pessoas que têm a sua própria vida, rotina, hábitos, que ja casaram, são pessoas que já pouco se adaptam a outras, ou as poucas vezes que fazem são por excepções quando conhecem alguem sério para viver com elas. Ir em viagem assim e ficar no mesmo quarto, na mesma cama, por mais amigos que sejam, não dá certo. Ela é alguém, wild, espaçosa, uma cama para os dois não foi boa escolha; ela é super desorganisada, tem de fazer o "ninho" onde quer que acente, e eu lembrava-me daquele ninho que na altura não me importava.. mas agora tou soft, com o meu canto, o meu repouso e tranquilidade... não quero este tipo de rebeldia. Mas pronto, passou-se, mas agora estou a repensar nos planos futuros que tinha feito com ela, para novas aventuras, e inclusivé na visita dela à minha casa na Suíça.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Boa Aventura : Parte 2 : Bruxelas !

Aqui vamos nós, eu e a minha irmã, ainda não tinha referido, mas trouxe-a para fazer estas duas cidades comigo e apesar de me sentir bem com o gesto, estou super arrependido. Era a única que ainda não tinha viajado comigo para onde quer que fosse e decidi oferecer-lhe.
Mas ... a não repetir... eu preciso de alguém paciente, sem stressar ao meu lado para eu atingir o nível de concentração que preciso e para conseguir ver e conhecer tudo o que tinha estipulado. Com ela foi quase impossível, constantemente cansada, de mau humor, stressada. A minha volta só começava depois de ela dormir 11 horas, onde quer que ia era, ou para tirar foto ou para a "postar" nas redes sociais para mostrar que ali estava, e queria logo ir embora. Já para não falar que se deitava cedo. Enfim, aprendi a lição!
Bruxelas! Aqui estamos nós... o aeroporto (do ponto de vista ensonado e stressado com a minha irmã) foi um pouco confuso! Um autocarro e dois metros, dois passos a pé e estavamos em frente ao hotel. 
Bruxelas não é uma cidade de monumentos ou cultura, é sim de gastronomia e tradições... provar, experimentar, experienciar, e foi o que fizemos o tempo todo.

Cidade da prostituição, só na rua do meu hotel (sim - 3 * - para compensar o mau tratamento da cidade anterior, a nível de alojamento) conseguia contar umas 17 prostitutas - e os chulos não andavam longe.
Seguidamente para as lojas de souvenirs, comprar alguns e adquirir um bom mapa. A gastronomia em sí não me marcou muito, comi bem (estilo gourmet), não muito caro, bastante acessível. E decidi meter-me numa maratona de cervejas.

Bruxelas é conhecida pelas suas 300 qualidades diferentes de cerveja, que se as subdividirmos dão volta de 1000 cervejas! Eu consegui beber 10 ao longo destes dias. São bastante fortes, e só bebia entre uma ou duas à vez pois começavam logo a afectar-me as ideias lol.
Segui-me para os chocolates e fui logo aos melhores, provei uma mousse de chocolate belga (branca e a normal) e também os morangos banhados em chocolate belga (delicioso).
No último dia fui directo para os waffles de nutella com chantilly (divinal) e experimentei as famosas batatas fritas belgas (muito boas - comam sem molhos).
Bruxelas também é muito conhecida pela cultura cinematográfica então decidi fazer três sessões de cinema, algo que há muito não fazia. 
Num dos dias decidi fazer então o sightseeing bus, o que foi uma perda de tempo e chovia (Bruxelas não é para ver em tempos de chuva, pois há muito para fazer e aproveitar). Uma referência para o grande Atomnium (Átomo) ... não vale a pena entrarem ... perda de tempo ... e se entrarem, aquela mulher/estátua vestida de aviadora ia-me dando um ataque de coração, pensei ser uma estátua lol.
Outra referência para o Manneken Pis, a estátua da criança a urinar, símbolo da cidade; representando a criança que apagou o rastilho da bomba como acto de "não quero saber" com a sua urina evitando que a bomba destruisse o "Hotel de Ville". Estátua pequena e sem interesse, mas vão habituar-se a vê-la e a gostar dela. Já no fim, ouvi que havia a versão feminina (Jeanneke Pis) mas nunca a encontrei.
Dica para esta cidade - façam-na a pé, é super rápido e torna-se pequena. Em relação aos restaurantes, não se esqueçam que um bom restaurante não precisa de meter um empregado à porta a chamar a clientela, portanto sempre que virem um destes restaurantes não escolham. É uma óptima cidade para fazer "shopping", preços acessíveis e os locais gays são bastante acolhedores.
- Last Stop - Amesterdão !

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Boa Aventura!

Aqui estou eu de novo, depois de uma ausência. Peço desculpa mas estava num bloqueio enorme para escrever e só mesmo uma viagem o conseguiu desbloquear. 
Aqui ando a meio de mais uma viagem, perdido nos meus pensamentos, a tentar absorver novas culturas e encontrar novos rumos, acima de tudo, tentar tomar decisões importantes.
Estou triste e cansado. Estou psicológicamente abatido de uma forma já várias vezes sentida mas nunca antes com esta intensidade. Sinto-me à beira do abismo, e o pior é que sinto que para acabar com isto eu tenho de saltar.
Há tanto que depende de mim, da minha força... da minha luta... e eu tenho que continuar a insistir... deprimido e apático, mas tem de ser... Então decidi sair, fechar os olhos ao dinheiro e ... gastar, desta vez quis algo intenso : Roma (Itália) - Bruxelas (Bélgica) e Amesterdão (Holanda).
Parte 1 : Roma :
Bom, as primeiras impressões foram QUENTE, SUPER QUENTE, ABAFADO, para quem quer aqui vir, aconselho vivamente a não virem em épocas altas e quentes. Eu ganhei um valente escaldão "à pedreiro" só pelo facto de passear e de esperar na fila para o Coliseu (créme, chapéu e anti-bronzeador).
Aviso já que o aeroporto é super desorganizado, parecia a recepção de famílias que esperavam refugiados de guerra (sentido de orientação ligado). Eu apressei-me a ir à loja mais perto comprar um adaptador para a electricidade, pois as tomadas são diferentes em Itália (grande erro - entradas de dois traços entram nas de três traços - não comprem).
Organizado como sou, desenrasquei-me com transportes baratos - metros, shuttle... não sabia eu o que me esperava. Para alugar algo barato e bem localizado como alojamento, decidi optar por um "bed & breakfast", escolhendo um que não tivesse casa de banho partilhada, pois odeio isso.
Bom - Embarrilado - publicidade enganosa, fui dar a um prédio antigo com discotecas fechadas em baixo e onde um marroquino possuía um andar com vários quartos e duas casas de banho para todos. Um quarto super quente e abadado, com um ventilador (que aprendi a amar), casas de banho partilhadas e um móvel no corredor com pequeno-almoço que parecia lá estar há séculos... só quis sair rápido daquele filme. 
Nos dias que se passaram fomo-nos habituando ao quarto, visitando e experimentando tudo o que a cidade tinha para nos oferecer.
Eu aconselho, seja onde for, para quem vai mais que um dia, a fazer um passeio pela área do alojamento a pé, sempre bom para reconhecer a área, lojas de conveniência, e talvez saborear um pouco daquilo que está escondido aos olhos do turismo. 
Antes de mais devo dizer que não importa o mapa de Roma que tenham - vão perder-se -  mas isso faz parte da aventura. Para mim não foi muito bonito, pois fiz um voo nocturno e eram 23h quando eu andava perdido nas ruas procurando este maldito "bed & breakfast" que apenas tinha o nome num quadradinho minúsculo em cima da campainha (obrigado ao marroquino do "bed & breakfast" ao lado que me viu perdido e veio ter comigo). O meu conselho é pedirem informações às pessoas, a maioria são acessíveis, e logo que possível, comprar um mapa na própria cidade.
O que mais me marcou - a Gastronomia. Come-se muito bem aqui, e escolham os locais mais baratos, não se vão desiludir. Eu apenas provei uma pizza, não valem a pena, pois boas pizzas há em todo o lado, mas a massa (pasta!!!) .. isso é algo que só os italianos sabem temperar e preparar. Eu cheguei ao ponto de comer uma diferente a cada refeição. Perto de onde eu dormia, havia um pequeno restaurante onde íamos jantar sempre, pelo acolhimento e comida serem excelentes, e o empregado super sexy.
Uma coisa que devem saber - na maioria dos restaurantes, as vezes que o empregado se descola à mesa - são cobradas por vezes 2€ de cada vez.
Provem as entradas : Bruschetta e os Onion Rings - marcaram-me.
Algo que devem ter sempre convosco aqui é uma grande garrafa de água, e guardem-na para encher. Esta cidade seca tem a capacidade de vos desidratar em minutos e podem recorrer a uma das mais de 200 fontes de água potável (as nasoni) em forma de nariz espalhadas pela cidade, e encher a garrafa também.
Provem ao pequeno almoço ou lanche, os croissants (cornetto) de Nutella - divinais!! De tarde tentem um gelado de Nutella, doce de leite ou outra. Itália é igualmente conhecida pela sua diversa gelataria e croissanteria.
Além do passeio a pé, aconselho um ou dois dias de "Sightseeing Bus", podem aqui eliminar logo os grandes monumentos ou pontos turísticos e os que estão nos arredores destes.
Vou aqui fazer uma pausa para um ponto em especial - o Vaticano - em primeiro, aconselho a irem de manhã pela abertura, as filas são enormes. Há imensas lojas de souvenirs, imensa croissanteria (Via Burletta 27 - descubram - vão babar), mas não tomem refeições aqui ... é super caro, e ficam muito mal servidos.
Podem deliciar-se tentando aprender um pouco de italiano, que pessoalmente, acho super sexy e atraente: ou deixarem crescer a barba (para os meninos claro) ao estilo dos boys daqui.
Comecem com um "Bonjorno" e acabem com um "Bonasera"! Um "Grazie" para agradecer! Os italianos adoram quando tentam aprender a sua cultura.
No último dia eu tinha de apanhar um taxi para o aeroporto (algo complicado) e tentei pesquisar na net ou perguntar aos habitantes, e consegui alguns números diferentes. Para não haver riscos no fim, chamei dois, lol, tencionando apanhar o primeiro que chegasse e bazar, eles chegaram os dois ao mesmo tempo... oh boy ... um italiano a praguejar não é bonito ... enfim, fiz-me de desentendido e que o erro tinha sido do recepcionista (que nem tinha) e paguei-lhe o que ele tinha feito de percurso até ali e bazei. 
Aparte tudo, Roma é uma cidade linda e mágica, cultura muito semelhante à minha portuguesa, por isso não foi difícil apaixonar-me e sentir-me acolhido. Uma cidade boa para andar sem stress, mesmo à noite, evitar os becos (pois há muitos). Uma cidade liberal e alternativa onde os gays andam em liberdade e sem descriminação.
Outra curiosidade, a rua principal gay aqui fica situada na rua de acesso ao Coliseu - o monumento mais turístico, o que faz com que para aí aceder, as pessoas têm de passar por esta rua, e acabam por ficar e conviver nos restaurantes e bares desta. Ainda assim, Roma é romântica, os italianos são atraentes.
Decidi também aceitar aqui o desafio do meu irmão para o "Banho Público" e mergulhar numa das fontes turísticas da cidade... not cool... mas refrescou-me.
Dica: Não comprem as garrafas de água a 1€ que todos vendem nas ruas, conseguem perfeitamente esperar por encontrar uma fonte e encher a vossa garrafa... eles fazem o mesmo.
Não pude lançar a minha moeda à Fonte Di Trevi e pedir pelo meu amor, Neptuno estava em reparação e a fonte bloqueada ...sina a minha!
Rápido para a próxima cidade!!