sexta-feira, 1 de junho de 2012

Memories

Aquelas tardes em que me sentava no quarto, a janela aberta, o som do mar, das ondas a rebentarem na areia. E eu saía, descía a rua e alí estava o mar. Normalmente tenho medo dele, mas só de olhar para ele ficava tranquilo, a paz que ele me transmitía.
E alí ficava, pensava, nestes momentos pensar não era doloroso, fosse o que fosse que tivesse em mente, sorría para mim, chorava se tivesse de ser e ele entendía-me, ele fazia-o em sintonia comigo para me fazer sentir melhor.
Os pensamentos alinhavam, tudo se clarificava de uma forma harmoniosa e o pensamento dava lugar à imaginação e eu começava a sonhar. Que bom que é sonhar!

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