Eu gostava de chamar 2012 um ano de transição, de consolidação de planos, preparação, um ano de aventura, de renovação de amizades, fortificação de laços familiares, descobertas, entre outros, mas esquematizemos.
O mais importante para mim este ano foi sem dúvida descobrir o quanto a minha família é importante para mim e descobrir um novo nível na relação com os meus irmãos mais novos, como sabem foi este ano em que assumi a minha sexualidade para os meus pais e para contrariar os meus medos até não veio a ser o pesadelo que estava a imaginar; eles têm vindo a evoluir a mentalidade a uma velocidade incrível, principalmente a minha mãe.
Já para o fim vim a concluir que tenho os melhores irmãos do mundo, não pelo que eu já gostava neles, mas pr descobrir que partilhamos muito mais que a amizade e o sangue, vai-se a ver a nossa sexualidade veio toda para direcções semelhantes, a minha irmã mais velha já me tinha dito há algum tempo, e o meu irmão eu já o sei sem que ele me diga, mas a minha irmã mais nova foi mesmo a prenda de fim de ano, surpreendeu-me imenso pois é a que estou mais desligado e vai-se a ver sou o único familiar a quem ela contou o segredo.
Posso dizer que neste ano me meti em contagem decrescente para sair da Suíca, concluíndo que já tive que chegue desta rotina e cultura, e infelizmente ainda não é aqui o "lugar" a acentar, sendo que delineei um "plano de fuga" e tenho estado a metê-lo em prática para sair daqui com bases e sobreviver procurando trabalho onde quer que eu vá. Por outro lado, as ideias de para onde ir vão e vêm e não me decido.
Foi um ano de aventura, pois tive o prazer de visitar duas vezes a bela cidade de Paris pela qual me apaixonei "ao segundo olhar", aventurei-me por Barcelona e na Alemanha pelo "Europa Park", consegui ainda ir algumas vezes de visita a Portugal.
Seguindo o tema "Portugal" passo para outra conquista deste ano, o libertar da minha mente e espírito em relação a Portimão e à Tunabebes. Foi um longo e demorado processo de desintoxicação de algo que estava bem entranhado em mim, mas estou livre. Por outro lado, já na Suíça, entrei para uma Tuna portuguesa que aqui conheci e tenho-me aventurado com eles, nuna me inserindo demais, pois estou em prazo de saída também.
Por fim, posso concluir que foi um ano onde mais amizades se foram e é algo que compreendi ser inevitável, pois escolhi viver fora e viajar é escolher a perda de laços afectivos, ao qual já me conformei e habituei.
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