Se eu fosse uma árvore, primeiro eu era uma semente e estava numa loja para ser vendido.
"Num dia, uma senhora chamada Ana quis comprar-me e o dono da loja, deu-me por 200.00 à senhora.
Ela levou-me para casa. E quando chegou a casa ela levou-me para o jardim, para me semear no seu jardim. Depois meteu-me na terra e regou-me. E no outro dia eu fui sentindo que estava crescendo, quando me, vi estava mais crescido. E depois vinha de lá um enxame mas não me fizeram mal só iam buscar nectar da minha amiga malmequer, depois eles guardaram o mel em mmim. No dia de sol veio um urso e empuleirou-se em mim e comeu o mel todo. As abelhas picaram-lhe que é para ele não comer as coisas dos outros. E foram-se embora. Só que num dia apareceu uma piriquita que me arrancou metade do tronco para fazer o seu ninho. E lá fez o seu ninho, depois começou a fazê-lo até que começou a pôr ovos.. E veio um piriquito que veio ver se estava tudo bem e perguntou! Ó piriquita já puseste ovos? Já disse ela, eu já venho vou ver se arranjo insectos para quando as piriquitas nascerem. Passou dois dias, os filhos nasceram eram cinco piriquitas, e veio o pai, era quase meio dia e ele trouxe muitos insectos. Moscas, mosquitos, aranhas, gafanhotos, minhocas, etc... tinha era que chegar para todos mas enfim, chegou o pai e partiu logo de viagem. E no outro dia a mãe piriquita quis ensinar os filhos a voar e um filho foi exprimentar e conseguiu o segundo também conseguiu o terceiro também conseguiu o quarto também conseguiu mas o quinto foi experimentar mas caiu mas eu joguei-lhe uma folha e ele foi voando nela e até que chegou ao chão a mãe foi buscá-lo e meteu-o no seu ninho e a mãe mostrou-lhe como é que se voava, e ele experimentou outra vez até que conseguiu e a mãe disse-lhe eu tenho que partir à procura do vosso pai. Vocês terão que se alimentar sozinhos fiquem com a vossa amiga árvore, ela vai-vos agasalhar com as suas folhas. Passou-se um dia e estava muito frio e eu tive que os agasalhar com as minhas folhas chegou o Natal e eles não abriam nenhumas prendas até que eu fiquei com pena deles e com os meus ramos meti o ninho em outra árvore e trouxe-lhe uma prenda. E eles abriram e saiu de lá voando o pai e a mãe e foi uma grande alegria e passaram um natal bom todos."
S. Matias, 16 de Março de 1996.
(Tive de partilhar este pequeno texto, escrito por mim em 1996 ahah , anos luz, apenas está corrigido ortográficamente e não na pontuação ou forma de escrita).
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