Dentro deste corpo cansado em que habito
Já não exitem certezas a habitar comigo
Esperanças poucas restam
Foram aniquiladas pelo cinzento dos dias
Suprimidas
Dentro deste corpo em que habito
Pouco mais existe do que loucura
Uma vontade residual de existir
Um devaneio de me manter lúcido
Para lá do corpo e da janela
Está a aldeia já adormecida
Gatos negros guardam as esquinas
Um gato negro habita no meu próprio quarto
A realidade fere-me os sentidos
Enjoa-me porque a sinto falsa
Hábitos forçados na ausência da razão
Anseio em segredo o nascimento do último sol
Quando o último sol nascer
Os homens continuarão de braços cruzados
Olhando o céu com a cegueira
De quem olha o vazio
E as crianças continuarão sorrindo
Embaladas com a certeza de nunca terem de pensar no mundo
Eu, vou saborear o último céu azul
Que por ser o último talvez seja o mais puro
Então faz com que tudo na tua vida se torne último e único :)
ResponderEliminar:P I will.
ResponderEliminarAnda para a minha vida então :P
It's still early. You have many dreams ahead :)
ResponderEliminar"Deixo-te uma simples sugestão, olha para mim através de ti. Verás que sou uma pessoa completamente diferente, coberta de cal, em remodelação." Decifra-te através do meu parafraseamento de ti! XD
ResponderEliminarMesmo que estivessemos em sintonia...
Yes I had ... I guess I just forgot that for a while... but .. I'm back now..
ResponderEliminarEssas palavras deram-me que pensar... anos depois :P thanks
Rik.